quinta-feira

MEUS BEIJOS

Meus beijos escassos



Perdoe os meus beijos escassos
Os fracos e frouxos abraços
E minha ausência constante.
Ah! esta alma gritante.
Com a lua navegante
Refletindo sua luz
É a noite longa.
A madrugada fria
Esperando o raiar do dia
E o calor, calor do sol.


São Paulo, 03/09/09

sábado

SARAU POÉTICO

CONVITE


· O Centro Cultural Árabe Sírio em São Paulo,
· A Academia Brasileira de comunicações,
· Casa do poeta “Lampião de Gás” de São Paulo,
· Movimento Poético em São Paulo,
· Núcleo brasileiro de Poesias,
· Varal de Poesias do Bosque da Leitura,
· Movimento Poético Guarulhense,
· Academia Paulista de Poetas Independentes,

Convidam V.S. e Exma. Família para assistirem ao
SARAU POÉTICO
Homenagem póstuma ás Poetisas
ANDRELINA MOREIRA & LINA PERAZZINI

Coordenação e apresentação: Jornalista Kháled Fayez Mahassen
Colaboração: Dr. Armando Taminato e o Poeta Wilson de Oliveira Jaza

Data: 11 de março de 2009
Hora: 20:00 horas
Local: Salão do centro Cultural árabe Sírio
Rua Augusta, 1053.
Contamos com vossa indispensável presença.

Mohamad Al Kaddah
Diretor do C.C. Árabe Sírio

Mulher é o princípio e o fim

Mulher,
Mulher é o princípio e o fim
é amor e ternura
é paixão e loucura
é a flor e a borboleta
Mulher
é meiga como flor,
forte com tronco de árvore.
é o vento que sopra
e a brisa que acaricia
Mulher
é a lua que brilha,
é a luz que ilumina
é o oceano e o farol..
Mulher..
é o verbo e a palavra
é poesia e crônica
é o sentido de tudo...
Mulher..
É essência e consciência
Mulher
é tudo ..
É o princípio e o fim...

Kháled Fayez Mahassen

SP 07/03/2009

quinta-feira

Lua do meu bem

A lua,
nada, nada,
navega..
sei lá, se navega,
se voa,
ou flutua,
fica, vai ou vem,
sei que sempre tem,
um rosto,
rosto de alguem.!
Um amor, uma paixão
uma saudade,
saudade do meu bem...

Kháled Fayez Mahassen

São Paulo, 29 / 05 /05

Não me ame

Oh! Minha pequena
Não me ame...
Não solidifique os teus castelos
Nem construa fortalezas,
o amor é paz, não é guerra...
Apaixone-te, paixão ardente,
Declare guerra, corte os caminhos, exploda as pontes,
Impede as tréguas.
Deita, deita e role,
Solte tuas franjas,
Deixe que os nossos hálitos se misturam
nossos suores se misturam
E que nossos corpos gritam
e nossas vozes rocas, ah! Nossas vozes.
E nosso canto é o suspiro,
nossa lagrima é o sereno,
e nossa trégua é um momento de paz...
Oh, mulher...
Não me ame,
apaixone te... Livre.
apaixone te. . feliz
apaixone te...

Kháled Fayez Mahassen
São Paulo, 27/09/08

quarta-feira

HOMENAGEM, EM VIDA, A ARTISTA PLÁSTICA E POETISA ANDRELINA MOREIRA


Minha Amiga Andrelina Moreira.
Não faz parte de meu estilo tecer elogios ou engrandecer pessoas com palavras, ainda sabendo o poder da palavra e seus efeitos. Mas falar, melhor dizer, escrever sobre Andrelina requer muita cautela na busca das palavras, pois não estou escrevendo sobre um ser comum, nem sobre homens públicos, independentemente das qualidades ou defeitos desses e nem sobre pessoas que invadiram muitos espaços para serem destaques, pois bem, estou escrevendo sobre amiga querida, uma poetiza que tocou corações em muitas platéias, uma atriz que declarava os seus versos como Afrodite contemplava Adonis; escrevo sobre artista plástica que nos seus quadros retratava delicadeza e o poder, o romantismo e a agressividade, brotava do seu coração um enorme amor e da sua mente uma consciência que envolvia todos ao seu redor. Escrevo sobre um verso, um quadro, uma canção; escrevo sobre um ser ímpar, escrevo sobre Andrelina Moreira.
Lembro-me daquela tarde que Andrelina foi a mim apresentada no Centro Cultural Árabe Sírio, onde eu ocupava o cargo de orientador cultural e assessor de imprensa, ela cheia de vida e de muitos projetos culturais, muitos deles foram realizados no Centro Cultural, como noites litero-musicais, exposições de arte, noites de canto e muitas noites de poesias, como poderia ser diferente, se ela, Andrelina, fazia e faz parte da casa do poeta, núcleo de poesia, movimento poético, e muitas outras organizações culturais e literárias, nesta cidade e neste país.
Andrelina tornou-se minha amiga e minha conselheira; muitos eventos culturais quando eu ocupava a diretoria cultural da FEARAB (Federação das Entidades Árabe Brasileiras do Estado de São Paulo) e posteriormente como presidente dessa entidade, eu contava com o apoio irrestrito e incondicional da amiga Andrelina, e o sucesso desses eventos devia-se a esta grande intelectual e nobre comendadora Andrelina Moreira.
Como todo isso não bastasse, presenteou-me em uma noite litero-musical, um poema escrito especialmente para mim, onde, atribuiu a mim títulos que não cabiam, e qualidades vistas só por olhos de amiga e por uma nobre alma como a de Andrelina.
Oh! Minha cara e nobre amiga, como disse no começo não sou bom em tecer elogios, basta-me dizer que em ti vive um espírito elevado e uma alma sincera basta-me saber que tu és minha amiga e tê-la como tal é um privilégio e uma honra.
Muito obrigado por tua amizade e por teu carinho.
Aqui estou homenageando-te em vida,
com uma pagina inteira,
para dizer te o quanto tu es importante
e quanto tu es querida.
Que a divina luz cubra-te, para ser, sempre, o exemplo de luta e de persistência.
Andrelina é isso, uma obra de arte e uma poesia que sempre cabe um verso a mais, um verso a mais, um verso a mais...

Kháled F. Mahassen
Jornalista
São Paulo, 26/08/2008